Por Fernando Mancini
Quem não acorda logo cedo para trabalhar e já olha pela janela, pensando se está muito trânsito para ir a algum lugar? E o pior de tudo, quando não está trânsito? Pois é, não deveríamos, mas já nos conformamos com o congestionamento diário. E ele está pior a cada diz que passa. Os motivos pra isso são os mais variados.
Hoje, no caminho da faculdade, estava escutando uma rádio de notícias, e a cada 5 minutos, o locutor anunciava um acidente. E a cada acidente é o tempo de retirar o veículo, socorrer as vítimas, chegar resgate (caso necessite) e outras burocracias. E não basta você imaginar o caminho que será feito para algum lugar, mas também é necessário pensar em uma rota alternativa, e caso não haja, calcular o tempo parado ou na lentidão entre os carros.
Ainda bem que hoje a tecnologia já ajuda muito os motoristas a combaterem o stress e monotonia dentro de um carro. Por exemplo, o rádio, que era um simples rádio, passou por mudanças virando um toca cd, um mp3 player virando até um DVD ou um vídeo-game, nos dias de hoje. Ou seja, para muitos, ficar dentro de um carro parada, pode se tornar uma grande diversão. Mas são poucos que gostam de gastar assim, com um simples meio de locomoção. E já nem são todos que conseguem ter um carro. Muita gente é obrigada a usar o transporte público, o que no trânsito, torna-se ainda pior já que ele está sempre lotado.
E reclamar disso é chover no molhado. Todos sabem, todos vêem, todos participam desse caos urbano, mas ninguém pode fazer nada. Muitas pessoas, muitos carros, muitos acidentes e poucas soluções. E não é um problema especial dos paulistanos. Todas as metrópoles mundiais sofrem com isso. Umas mais, outras menos. O jeito é apenas esperar, e com muita paciência….
